Habitar o intervalo - Clube de leitura em diálogo com outras artes.
Descrição
Entre janeiro e março de 2026, a Editora Nós promove o ciclo Habitar o Intervalo, em parceria com a Casa do Comum. Propomos três encontros dedicados a três obras do nosso catálogo, em diálogo com outras artes.
Partindo da leitura como espaço de encontro e de escuta, cada sessão organiza-se em torno de um tema específico e inclui uma proposta de participação ativa por parte do público.
As sessões decorrem pelas 18h30, na Casa do Comum (Museu da Preguiça), nas seguintes datas:
21 de janeiro — Rute Simões Ribeiro, O Homem sem Mim (cinema)
18 de fevereiro — Helena Amante, Absolutamente felizes ao sol (música)
18 de março — João Guilhoto, Os Inúteis (fotografia)
A entrada é livre, mas implica inscrição prévia para o endereço:
Esperamos por si!
Sessão 1: A sessão parte de registos fílmicos escolhidos pela autora e propõe uma leitura partilhada da obra, aberta à experiência dos leitores. Os participantes serão convidados a trazer uma fotografia na qual reconheçam um eco do livro. As imagens serão apresentadas e brevemente comentadas no final da sessão, em diálogo com excertos do texto. Construiremos uma cartografia de memórias partilhadas. : )
Informação do Local
Casa do Comum
- Rua
- Rua da Rosa
- Cidade
- 1200-383 Lisboa
- Concelho
- Lisboa
- País
- Portugal
A Casa do Comum, projecto da Ler Devagar e imaginado por José Pinho, inaugurado a 31 de Outubro de 2023, no Bairro Alto, é um espaço que se propõe como um ponto de encontro da cidade com a cultura.
Num edifício com 3 pisos coexistem uma sala de espectáculos com possibilidade de apresentação de cinema, artes performativas, concertos e conferências, uma livraria generalista, uma livraria alfarrabista e um bar, devolvendo ao Bairro Alto a sua participação na cena cultural da cidade e restituindo aos residentes da cidade um espaço que alia a fruição cultural à vida social no centro histórico.
É um espaço pluridisciplinar de programação independente, aberta ao risco mas também à revisitação; um lugar que não estabelece hierarquias entre modos de expressão artística mas antes imagina coexistências, convergências e tensões. É um espaço atento às grandes questões da cidade e do mundo, sensível às preocupações de artistas e lugar de reflexão, partilha e acção.